terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Hora de prestar contas


Conforme anunciado, a partir do lançamento do livro "A EPIDEMIA", em 29.11.2018, a receita da venda dos meus livros passou a ser destinada à Associação Amigos do HC. 

O primeiro depósito foi no valor de R$ 1.586,00, referente às vendas do mês de novembro da Livrarias Curitiba  (já descontado  o percentual da livraria) e também aos livros até agora vendidos diretamente pela autora (com repasse integral à instituição). 

Além disso, foram doados livros para venda na boutique da Associação dos Amigos do HC (Avenida Agostinho de Leão Jr, 336, Alto da Glória, Curitiba). 

Escrevo por prazer, e não por retorno financeiro, de modo que é gratificante divulgar meus livros e contribuir, um pouquinho que seja, com o grandioso trabalho dos Amigos do HC, que trazem conforto e melhores condições de atendimento aos pacientes do Complexo do Hospital de Clínicas do Paraná.

Meus sinceros agradecimentos a todos que colaboraram!

Marion Aranha Pacheco Muggiati






quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Uma simples caneta BIC

Quando eu estava na primeira série, minhas lições só podiam ser feitas a lápis. Eu observava minha irmã, compenetrada ao resolver suas complexas tarefas de terceiro ano, habilidosa ao manejar sua caneta-tinteiro,  seu vidro de tinta azul, seu "mata-borrão" e sua borracha bicolor (lado rosa para lápis e azul para tinta). Sonhava com o dia em que eu pudesse experimentar aquele importante ritual...

Meu treinamento com caneta-tinteiro não durou muito. Logo nossa escola aderiu a uma novidade que me trouxe certa decepção, mas me poupou de muitos acidentes azuis: a caneta BIC.

As esferográficas passaram a ser um artigo comum, acessível a toda a população. Canetas de marca, que se assemelham à velha caneta-tinteiro, ficaram reservadas às pessoas de certa posição social, com presença obrigatória quando se trata de assinatura de documentos importantes.

Essa "regra" foi quebrada pelo novo e mais polêmico presidente do país ao sacar do bolso, para assinar seus primeiros atos solenes, "uma simples caneta BIC", como exclamou, uníssono, o povo brasileiro. 

Não se sabe se foi espontaneidade de Sua Excelência ou detalhe calculado de "marketing", já que as cenas caseiras com garrafas térmicas,  copos de pingado e chinelos velhos do então candidato ganharam a simpatia do povo. A verdade é que a gente gosta de um "reality show" que mostre os bastidores do poder, principalmente quando ali identificamos nosso próprio cotidiano. Receita infalível de sucesso...

Seja como for, a  atitude arrancou risos, provavelmente algumas críticas, mas, acima de tudo, admiração dos "bolsonarianos" (e, quiçá, lá no íntimo, de alguns representantes da turma do "Ele não"). 

Por que tanto nos agradou a simples caneta BIC  (ou seja lá qual for sua marca, mera caneta de plástico, dessas que se compram no caixa do supermercado)? Com certeza não foi só pelo sentimento de que o presidente é "gente como a gente". Essa caneta esferográfica simboliza muita coisa. É um solene NÃO à falsidade, à aparência, à distorção de valores. Põe o instrumento no seu devido lugar.  Importante não é a caneta, mas o conteúdo! Muita coisa errada foi escrita com canetas caríssimas! Muitos documentos potencialmente assassinos foram firmados com canetas de luxo! Muitas distorções foram mascaradas com superficialidades, como um colarinho de marca, uma caneta de marca...

Que essa simples caneta BIC marque o início de uma nova era não só do governo mas de toda a sociedade, em que se dê valor ao conteúdo e não à forma, à essência e não à aparência, às virtudes e não às futilidades, ao SER e não ao TER! 

Marion Aranha Pacheco Muggiati

02/01/2019.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Sugestão de leitura:



VOU ALI E JÁ VOLTO - Quarenta anos no deserto


Este é um livro que precisa ser lido mais de uma vez

Adriana Ferrareto se dispõe a compartilhar, generosamente,  momentos da sua vida em breves crônicas que mesclam memórias da infância com experiências da fase adulta, revelando o seu processo de aprendizagem e amadurecimento. 

O detalhe é que a narrativa é deliciosa. Uma linguagem simples, direta, que prende a atenção pela riqueza de detalhes, metáforas interessantíssimas e um toque de humor na medida certa.

Daí porque a necessidade de voltar (como, aliás, sugere o título) após a primeira leitura, em que fui simplesmente seduzida pela narrativa. 

Voltarei a ele para absorver com mais profundidade as valiosas reflexões que o texto traz e conhecer melhor cada cantinho desse deserto que Adriana soube colorir tão bem. 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Os romances A EPIDEMIA, CAMINHOS SOMBRIOS e O ALVORECER NOS PINHEIRAIS podem ser adquiridos na Associação Amigos do HC, situada na Av. Agostinho de Leão Jr, 336, Curitiba.



Assim como os demais, A EPIDEMIA também já está à venda no site das Livrarias Curitiba:



Em ambos os casos, a renda será destinada ao Complexo do Hospital de Clínicas do Paraná.


Sugestões para o Natal: 

Berço Africano, para quem aprecia histórias de época e  interessados em discussões sobre o tema igualdade racial.

O Alvorecer nos Pinheirais, para quem aprecia histórias de época e descendentes de imigrantes, especialmente alemães.

Caminhos Sombrios, para simpatizantes de causas ligadas a pessoas vulneráveis, como dependentes químicos e presidiários.

A Epidemia, para profissionais da área de saúde e simpatizantes de campanhas de saúde pública, dos Médicos Sem Fronteiras e de causas ligadas à  biodiversidade.

Leia mais, presenteie seus amigos com livros de uma escritora paranaense e ajude os Amigos do HC a auxiliarem  o próximo.

Participe desta corrente do bem!